Hotelaria no Algarve supera valores de 2013

A hotelaria do Algarve reforçou os resultados positivos e, em dez meses, conta mais dormidas do que em todo o ano de 2013, destaca a Região de Turismo do Algarve em comunicado, citando os dados do “Destaque Actividade Turística” referente ao mês de Outubro do Instituto Nacional de Estatística (INE).

“É a confirmação das melhores previsões para o destino. Em 2014, atingimos já os melhores números dos últimos anos e o Algarve continua a ser o motor do turismo em Portugal”, considera o presidente da Região de Turismo. Para Desidério Silva, a região terá um ano “notável a todos os níveis, quer em dormidas, no número de hóspedes e nas receitas, com um grande incentivo do mercado interno alargado de Portugal e Espanha”.

Entre Janeiro e Outubro, as unidades de alojamento da região atingiram 15,5 milhões de dormidas, um valor 11,2 por cento acima do período homólogo. Nos dez primeiros meses do ano, o Algarve regista cerca de 760 mil dormidas a mais do que no global do ano passado, que fechou com um total de 14,7 milhões de pernoitas.

Para os resultados acumulados pelo destino neste indicador contribuíram os desempenhos tanto dos residentes (+19,5 por cento) como dos não residentes (+8,7 por cento). Entre os principais mercados emissores destacam-se os crescimentos homólogos do Reino Unido (+8,8 por cento, para 5 milhões de dormidas), Alemanha (+5,5 por cento, para 1,47 milhões) e Espanha (+26,8 por cento, para 836 mil).

Ainda de acordo com os dados do INE, até Outubro os proveitos totais cresceram 14,1 por cento no Algarve, para 665 milhões de euros, o que também constitui novo máximo neste indicador, que, no conjunto de 2013, se acercou dos 610 milhões de euros.

Quanto ao número de hóspedes nos estabelecimentos hoteleiros, este indicador subiu 15 por cento face ao período homólogo para 3,3 milhões.

No período em análise, o Algarve é o destino nacional com a maior quota de dormidas: 37 por cento de todas as pernoitas registadas em Portugal pelo INE, tantas quanto o somatório das prestações de Lisboa (24 por cento) e Madeira (13 por cento).

Créditos foto: Hélio Ramos

22 de Dezembro de 2014 às 16:44

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